16 de mai. de 2011

Motorista acha R$ 74 mil e devolve



Fonte: notícia divulgada no JN em abril

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Pitaco da blogueira: Mais um exemplo de "pessoa do bem", mesmo em dificuldade não cedeu à tentação. Pra quem acha que os fins justificam os meios, fica a dica.



13 de set. de 2010

Grupo apoia mulheres que retiraram as mamas por causa de câncer

 Elas produzem cerca de 50 próteses de diversos tamanhos e devolvem a auto-estima de mulheres mastectomizadas por causa do câncer de mama.
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Cinquenta mil brasileiras vão ter diagnóstico de câncer de mama este ano. A luta contra a doença mexe com a auto-estima e com a feminilidade.
Em São Paulo, quem enfrenta esta batalha, ou já enfrentou, ganhou apoio de outras mulheres que enfrentaram o mesmo drama.
A retirada completa da mama por causa de um câncer é um assunto muito delicado e pouco discutido. Algumas pacientes não podem colocar uma prótese de silicone depois da cirurgia. Para ajudá-las, um grupo de senhoras se organiza toda semana.
Boa parte das Integrantes do Viva Melhor conheceu na pele o drama da retirada de um seio. “Essa semana eu conheci uma pessoa. Ela chegou na Associação usando uma tipóia, eu perguntei se ela tinha machucado o braço e ela disse: ‘Não. É para esconder a falta da mama’”, relata a secretária do grupo Viva Melhor Ideli Anselmi.
Todas as semanas se reúnem as voluntárias do grupo Viva Melhor que apóia mulheres mastectomizadas, que tiraram a mama por causa do câncer. Elas produzem cerca de 50 próteses de diversos tamanhos.
O grupo já trabalhou com chumbinho, isopor e alpiste. Hoje usam grãos de polietileno, a matéria prima do plástico. Os grãos criam uma textura natural desenhando uma prótese com aparência muito próxima do seio. Algumas marcas de lingerie já desenvolveram sutiãs com uma abertura lateral que permite o encaixe confortável e ajustável da prótese.
Logo depois da retirada da mama a mulher já pode sair do hospital com uma prótese com volume e sem peso que é mostrada no vídeo, esse modelo de manta acrílica não prejudica os pontos. Depois de 15 a 30 dias a mulher pode usar a prótese com peso, encaixada no sutiã. É para ser utilizada todos os dias e não só por uma questão estética, mas para o equilíbrio do corpo.
“É muito importante que ela não tenha tantas dores na coluna, pescoço, ombro. Fica desequilibrada”, explica Ideli Anslemi.
A presidente do grupo teve que tirar a mama direita há 22 anos, quando não se fazia reconstrução. Mas há 14 anos passou a usar próteses que lhe devolveram a auto-estima, fundamental para mulheres que passam por esta perda.
“A prótese é doada. Tem custo zero”, conta a presidente do Viva Melhor Vera Emília Teruel.
“Uma das coisas que é muito forte na nossa Associação é o exemplo. Nós mostramos a elas que passamos por todo esse trecho difícil da vida e, mesmo assim, nós superamos e hoje estamos lá para mostrar que é possível a vida depois do câncer de mama”, diz a conselheira do grupo Viva Melhor Soila Bertola da Silva.
As mulheres que utilizam as próteses produzidas pelo grupo Viva Melhor, falam que elas são muito melhores dos que as produzidas em grande escala. Elas se adaptam melhor, não machucam e ainda têm o carinho, a solidariedade de quem passou por esse problema e dá esse grande exemplo.


Fonte: matéria exibida no notíciário Bom Dia Brasil no dia 13 de setembro de 2010.

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Pitaco da blogueira: Exemplo de amor ao próximo. Ainda bem que em momentos difíceis como esse de adaptação pós-mastectomia há pessoas tão disponíveis a ajudar.

31 de mai. de 2010

Vacina contra o câncer de mama é testada com sucesso

Cientistas americanos anunciaram o sucesso de testes efetuados em ratos de laboratório com uma vacina revolucionária contra o câncer de mama. Os testes em mulheres devem começar dentro de apenas um ano. Os médicos alertam, porém, que ainda vai levar muito tempo até que o medicamento esteja disponível para o público em geral. A droga dá mostras que tem capacidade de impedir a aparição de tumores, além de atacar os já existentes.
Vincent Tuohy, criador da vacina, comemora o avanço nas pesquisas, que mostram que a droga poderia acabar com 70% dos casos de câncer de mama. "Os efeitos são monumentais. Acreditamos que essa vacina poderá um dia prevenir o câncer de mama nas mulheres adultas da mesma forma que as vacinas previnem hoje muitas doenças infantis", disse o pesquisador da Clínica Cleveland, em Ohio, Estados Unidos.
A vacina desenvolvida por Tuohy  tem como base o ataque a uma proteína chamada alfalactalbumina, que age na maior parte dos tumores de mama. Uma vez aplicada, a vacina estimula o sistema imunológico, capacitando-o a destruir a alfalactalbumina - e assim evitar que surjam tumores. Se bem-sucedida, ela poderá ser oferecida a mulheres antes de alcançarem os 40 anos, época em que o risco de câncer de mama começa a subir, afirma Tuohy.
Testes realizados com ratos criados em laboratório para desenvolverem câncer de mama aos 10 meses de idade mostraram que a vacina os deixou livres de tumores. A droga também aumentou o poder do sistema imunológico para encolher os tumores em até metade de seu tamanho, sugerindo que a substância poderia ser usada tanto como vacina quanto como medicação. Além disso, a teoria por trás dos estudos sugere que, no futuro, ela possa ser usada para combater outros tipos de câncer.
Concluídos os testes em roedores, Tuohy pretende iniciar os testes em mulheres já no próximo ano, em duas etapas. A primeira terá como objetivo analisar o comportamento da vacina em mulheres com o câncer em estado avançado, enquanto a segunda etapa analisará mulheres cujo histórico familiar as colocam no grupo de risco da doença. Devido aos inúmeros testes que ainda devem ser feitos, a vacina só deverá chegar ao mercado dentro de dez anos.

Fonte: Publicado no site da Veja: http://veja.abril.com.br
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Pitaco da blogueira: Que alegria ler uma notícia dessas! Há esperança. Pode ser que a gente pare de ver nossas colegas, amigas, mães, vizinhas, amores partindo desse mal.

4 de mai. de 2010

STJ reconhece adoção por casal homossexual no Estado

Mulheres de Bagé aguardam registro das duas crianças

Em uma decisão histórica, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu por unanimidade a adoção de crianças por um casal homossexual de Bagé (RS). A Justiça gaúcha já havia considerado a união homoafetiva em questão como uma família e autorizado que as duas crianças adotadas fossem registradas com os nomes das duas mães. O Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul, no entanto, recorreu da decisão, o que levou o caso ao STJ, em 2006.
"Não se pode supor que o fato dos adotantes serem duas mulheres possa causar algum dano (à formação das crianças), dano ao menor seria a não adoção", disse o ministro João Otávio de Noronha, presidente da 4ª Turma. Ao criticar a atuação do Ministério Público do Rio Grande do Sul, ele afirmou que o MP devia ter considerado o interesse das crianças.
Segundo ele, o entendimento não era uma preferência a heterossexuais ou homossexuais, e sim para aquilo que "for melhor para as crianças". O ministro destacou o fato de esta ser a primeira vez que o STJ julga recurso sobre adoção por casal homossexual. "Nesses casos, há de se entender que o interesse é sempre do menor, e o interesse dos menores diante da melhoria da situação social é a adoção."
Uma das mulheres já havia adotado as duas crianças ainda bebês. Sua companheira, com quem vive desde 1998 e que ajuda no sustento e educação dos menores, queria adotá-los por ter melhor condição social e financeira, o que daria mais garantias e benefícios às crianças, como plano de saúde e pensão em caso de separação ou falecimento.

Fonte: Correio do Povo.
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Pitaco da blogueira: Finalmente o amor venceu o preconceito. Finalmente a justiça está vendo que o melhor pra criança é ser amada e não a orientação sexual do casal que adota.

7 de out. de 2009

Cientistas testam vacina que reduz riscos de infecção pelo HIV


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Pitaco da blogueira: Será que se aproxima o dia que ouviremos e veremos na TV a notícia da cura da Aids? Seria muito bom...

30 de set. de 2009

Carinho a distância

Por meio de site, mulheres criam acolchoados que aquecem e animam crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer, no projeto Love Quilts Brasil.

Texto Marilena Dêgelo. Fotos Toni Pires

Filho de um pedreiro e de uma dona de casa que moram no Grajaú, bairro pobre de São Paulo, o sonho de Eduardo Lopes dos Santos, 10 anos, é ser motorista de táxi. Por isso, ele escolheu o tema Meio de Transporte para ser bordado em seu acolchoado, feito pelo projeto Love Quilts Brasil. Em fase de manutenção no tratamento contra a leucemia, doença descoberta quando tinha 4 anos, o menino recebeu o presente em maio último na sede do Graacc – Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, na capital paulista.“ É bem quentinho. Chegou na hora certa”, diz Eduardo, que, por seis meses, aguardou ansioso pelo mimo depois de sua mãe tê-lo inscrito em dezembro passado no projeto.
Júlia, 4 anos (na frente), e Beatriz, 7, acariciam o kit –
acolchoado e almofada – bordado com o tema Hello Kitty
É com inscrições duas vezes por ano que a mineira Ivani Vieira, coordenadora do Love Quilts Brasil, vai ampliando o número de beneficiados. Desde 2001, já foram doados 275 kits –um acolchoado e uma almofada – para crianças de todos os Estados do país em tratamento no Graacc. “A lista é grande e, para atender a todos rapidamente, dependemos de mais voluntárias”, diz Aracy de Barros Silveira, 53 anos, coordenadora do projeto em São Paulo.Dona de casa, ela já deu aula de bordado. “Após uma depressão, há quatro anos e meio, vi o site do Love Quilts, me ofereci para bordar e nunca mais parei. É gratificante”, afirma Aracy.
Atualmente, 178 voluntárias, por Ivani, que fez uma parte de um acolchoado para uma criança com câncer de lá. Entusiasmada, propôs ao Graacc criar o projeto aqui. Por meio do site que montou (www.lovequiltsbrasil.org), recebe o contato de mulheres interessadas em participar a distância. Elas compram o material e bordam o desenho de acordo com o tema escolhido pela criança, em um dos 20 blocos de 35x35 cm que formam o acolchoado de 2,20 x 1,80 m. Enviados pelo correio para as coordenadoras, os blocos são montados com a manta térmica e o barrado de 15 cm. A montagem é paga com dinheiro arrecadado em bazares e rifas. A dona de casa gaúcha Maria Stein, 41 anos, voluntária desde 2001, borda enquanto assiste à TV. “O mais gostoso é o momento da entrega. É muito bom ver a alegria das crianças”, diz ela.
Publicada na revista Casa e Jardim - Setembro de 2009
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Pitaco da blogueira: Parece mentira, mas precisa tão pouco pra fazer alguém feliz...

15 de ago. de 2009

Xadrez para educar crianças nas escolas de Alvorada

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Pitado da blogueira: Bela iniciativa. Sem comentários.

O açougueiro dedicado aos livros

Luiz Amorim mantém sozinho 35 bibliotecas populares em pontos de ônibus de Brasília.
Seu projeto encantou a Unesco


COMPROMISSO Amorim no ponto de ônibus da Avenida W3 Norte, em Brasília. Ele investe o que ganha para manter 100 mil títulos
Isabel Clemente

O menino Paulo Ricardo Carvalho das Chagas tem 10 anos e há dois frequenta uma biblioteca. Ele tem a sorte de contar com uma em frente ao trabalho da mãe, onde passa as manhãs antes de ir à escola. A mãe vende salgadinhos e refrigerantes numa barraca na rua, na frente de uma parada de ônibus de concreto e pintura descascada, em uma das avenidas comerciais mais apinhadas de Brasília, a W3 Norte. É na parada de ônibus que Paulo Ricardo e outros passageiros se encantam com livros que acabam levando para casa. “Já li um monte. Gosto muito de contos de fada, meu preferido é Pinóquio”, diz o bem articulado menino, que também se prepara para a longínqua prova de habilitação de motorista lendo manuais de autoescola. “Sei o significado de várias placas.”
De manuais de autoescola a clássicos da literatura mundial, tem de tudo nas 35 bibliotecas montadas nas paradas de ônibus ao longo da avenida que corta de uma ponta a outra os 7 quilômetros da Asa Norte, um dos bairros de Brasília. Os livros estão à disposição do público, de graça e sem fiscalização. As pessoas levam o que bem entendem, sem anotar nomes ou o título da publicação, pelo prazo que lhes convier. As regras estão escritas num pequeno cartaz: “Leve um por vez; devolva-o em bom estado; não fique com o livro por muito tempo”.
Esses livros fazem parte de um acervo de mais de 100 mil títulos da “biblioteca popular”, projeto idealizado e mantido por Luiz Amorim, um açougueiro de Brasília. Paulo Ricardo é um dos colaboradores espontâneos e informais do açougueiro. Divulga sua fonte de consultas para os amiguinhos, arruma e até limpa as estantes e vigia, da barraca da mãe, o que os outros fazem com sua biblioteca preferida.
Visto com descrédito no início, o projeto da biblioteca popular sobrevive há dois anos sem patrocínio. “Nunca tive recursos para comprar um único livro novo. É tudo doado”, diz Luiz, de 43 anos, que aprendeu a ler aos 16. Luiz ganhou fama com as Quintas Culturais, eventos realizados na calçada de seu açougue a cada duas semanas, com escritores e artistas. Já passaram por seu estabelecimento os escritores Ruy Castro, Fernando Morais, Ziraldo e as cantoras Elba Ramalho e Tetê Espíndola. Para esses eventos, com atratividade e publicidade garantidas, Luiz conseguiu o patrocínio da Petrobras, há quase três anos. Afinal, os cachês podem variar de R$ 10 mil a R$ 100 mil, valores fora do padrão de vida desse baiano que migrou para Brasília aos 7 anos. Luiz mora de aluguel com a mulher e o filho de 3 anos numa quitinete de 50 metros quadrados, em cima do açougue. Nas duas horas de conversa com ÉPOCA, o açougue recebeu um único cliente. “Meu desafio no início era atrair as pessoas para eventos culturais num açougue. Agora é mostrar que o açougue é meu ganha-pão, porque as vendas caíram. Isso aqui não é hobby”, diz Luiz, sério.
Inaugurado em 1998, o açougue permanece com a mesma aparência, sem filiais. Antes do patrocínio, Luiz tirava do bolso recursos para fazer os eventos culturais. Foi nesse ambiente que criou a primeira biblioteca popular, disseminando o gosto pela literatura entre funcionários e clientes que chegavam para comprar um bife e saíam também com um livro de Machado de Assis embaixo do braço.
Hoje, é comum ver os funcionários registrando as doações que não param de chegar. As novidades são distribuídas quando o açougueiro sai em sua Kombi sem bancos para arrumar e abastecer as estantes nos pontos de ônibus, com a ajuda de dois empregados. Um deles, calçando galochas brancas e boné de açougueiro, conta ler pelo menos um por mês. Edglei Cavalcante trabalha há dez anos com Luiz. Estudou até a 5ª série e, enquanto ajuda o patrão a arrumar as estantes populares, separa livros para si ou para a filha de 7. “Depois devolvo e pego mais”, diz.
Ao ver os rapazes arrumando as estantes, uma senhora pergunta, de longe: “E pode pegar assim, é? Pensei que fosse crime!”. Quando a desconfiança vira confiança, Luiz comemora. É essa consciência cidadã que estimula o respeito ao espaço público e ao bem comum que impressionou a responsável pela área cultural da Unesco no Brasil. “Oferecer algo que não é de ninguém, num local público, e contar com que o usuário devolve o livro em bom estado é de uma didática mais importante até que a leitura em si”, diz Jurema Machado, coordenadora de cultura da Unesco no Brasil. “Esse projeto prova que é possível fazer isso, porque funciona.”
A Unesco não dá apoio financeiro a projetos, mas resolveu ajudar a difundir a ideia da biblioteca popular, para que outras pessoas tenham a mesma iniciativa em suas cidades – esse, sim, é o grande sonho do açougueiro. “Me cobram porque eu não estendo até a Asa Sul, ou a cidades-satélites, mas não tenho condição de fazer isso sozinho”, diz Luiz. Sua mulher, Vera, uma gaúcha alta, loura e de olhos verdes, que trabalha como analista de sistemas, afirma: “É como um filho dele. E para manter um filho você não mede esforços, não questiona quanto sai de seu bolso”.
Para tornar as bibliotecas populares uma realidade, Luiz peregrinou por bibliotecas “de verdade”, colhendo informações. Esse filho, como bem definiu a mulher, ele gestou por três anos, até tomar coragem para o parto. Cercou um ponto de ônibus com estantes, expôs 10 mil livros e ficou lá sentado, prancheta na mão, tomando nota. “Aí eu percebi que só teria credibilidade se todos os pontos de ônibus oferecessem isso e estivessem sempre organizados”, diz. “Há estudos de sociologia que explicam esse comportamento por constrangimento. O cara que não cuida do banheiro na rodoviária não tem o mesmo comportamento no shopping, onde encontra tudo limpo. É por aí”, afirma. “E o homem, como ser coletivo, é bom”, diz, citando Aristóteles sem soar pedante. Em nome de sua paixão por livros, Luiz vem investindo quase tudo o que ganha na ideia fixa de disseminar o hábito da leitura. “Devo tudo aos livros e sei que mudei a vida de muita gente com eles.” Alguém duvida?
Publicado na Revista Época
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Pitaco da blogueira: Livros são tudo de bom. Assim ele equilibra o desgate da profissão (sou vegetariana).

São Paulo ganhará 45 quilômetros novos de ciclovias

Danielle Borges, Diário de S. Paulo

SÃO PAULO - Até o fim do primeiro semestre de 2010, a capital deve ganhar mais 45 quilômetros de ciclovias. Segundo a Secretaria Municipal de Transportes (SMT), serão implantados quatro novos circuitos, o que vai aumentar em cinco vezes a rede de ciclovia e ciclofaixas na cidade. No total, serão 20 novos quilômetros de ciclovia, 25 de ciclofaixa e 9,5 quilômetros de pista com tráfego compartilhado.
O que diferencia a ciclovia da ciclofaixa é a separação física dos demais veículos. Enquanto a ciclovia é uma pista à parte, isolada das pistas de outros veículos, a ciclofaixa é uma faixa exclusiva para bicicletas, sem separação física e com sinalização específica. Na pista de tráfego compartilhado, há trechos onde o trânsito é bloqueado para carros, onde só circulam bicicletas.
Um dos circuitos, com cinco quilômetros, será voltado para o lazer, unindo os parques do Ibirapuera, do Povo e das Bicicletas. As ciclofaixas operacionais só funcionarão aos domingos, das 7h às 12h, e a estimativa é a de que entre cinco e dez mil bicicletas passem pela ligação nestes dias.
Os outros circuitos foram definidos a partir de pesquisas que, segundo a secretaria, indicaram alto índice do uso de bicicletas como transporte. No circuito do Jardim Helena, na Zona Leste, serão 25,5 quilômetros, sendo 12 de ciclovia, dez de ciclofaixa e 3,5 de pista com tráfego compartilhado. As obras devem começar até dezembro, e custarão R$ 11,05 milhões.
No Jardim Brasil, na Zona Norte, o circuito terá 17 quilômetros de extensão, sendo três de ciclovia, oito de ciclofaixa e seis quilômetros de pista com tráfego compartilhado.
As obras começarão até março de 2010. O investimento total será de R$ 5,1 milhões. Na Zona Sul, o circuito Grajaú/Cocaia contará com 12 quilômetros de extensão, sendo cinco quilômetros de ciclovia e sete de ciclofaixa. As obras devem começar até abril de 2010 a um custo total de R$ 5,6 milhões.
Publicado no Jornal O Globo
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Pitaco da blogueira: Devia ter ciclovias em mais cidades. O meio ambiente agradeceria.